Nasceu no dia 16 de abril de 1889 às 20 horas, em um subúrbio de Londres.
Em 1977, na noite de Natal, o mundo perdeu um dos grandes representantes da história do cinema.
Em homenagem ao grande Charles Chaplin ou Carlitos (como ficou conhecido no Brasil), postarei um de seus poemas e que eu adoro.
A vida me ensinou A dizer adeus às pessoas que amo, sem tirá-las do meu coração; Sorrir às pessoas que não gostam de mim; Para mostrá-las que sou diferente do que elas pensam; Fazer de conta que tudo esta bem, quando não é verdade, para que eu possa acreditar que tudo vai mudar; Calar-me para ouvir, aprender com meus erros. Afinal eu posso ser sempre melhor. A lutar contra as injustiças, sorrir quando o que mais desejo é gritar todas as minhas dores para o mundo. A ser forte quando os que amo estão com problemas; Ser carinhoso com todos que precisam do meu carinho; Ouvir a todos que só precisam desabafar; Amar aos que me machucam ou querem fazer de mim depósito de suas frustrações e desafetos; Perdoar incondicionalmente, pois já precisei desse perdão; Amar incondicionalmente, pois também preciso desse amor; A alegrar quem precisa; A pedir perdão; A sonhar acordado; A acordar para a realidade(sempre que fosse necessário); A aproveitar cada instante de felicidade; A chorar de saudade sem vergonha de demonstrar; Me ensinou a ter olhos para “ver e ouvir estrelas”, embora nem sempre consiga entendê-las; A ver o encanto do pôr-do-sol. A sentir a dor do adeus e do que se acaba, sempre lutando para preservar tudo o que é importante para a felicidade do meu ser; A abrir minhas janelas para o amor; A não temer o futuro; Me ensinou e está me ensinando a aproveitar o presente, como um presente que da vida recebi, e usá-lo como um diamante que eu mesmo tenha que lapidar, lhe dando forma da maneira que eu escolher. |
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