Uma alma perdida, indo de encontro a sua musa, inspiração.
Não sabia ter o dom, surgia e desaparecia, assim como a luz e a escuridão.
Procurava tapar as frestas de sua alma, sem saber que era por aquelas brechas que saiam suas obras.
Nada entendia, parecia perdido, sem direção, não via que aquilo tudo fazia parte do seu mundo, não era só imaginação.
Era um poeta que vivia com intensidade tudo aquilo que escrevia.
E a dor que o sucumbia, era como um sopro do que a vida lhe parecia, um mar de tormentas, onde poucos se equilibravam com harmonia.
E em uma tarde de ventania, se pode ouvir suas ultimas lágrimas de agonia.
Sobre o papel molhado ele escrevia:
E assim jaz um poeta que ninguém conhecia.
By Melody Moon

Gostei Mutcho Jéssica! Retribuo na mesma linha:
ResponderExcluirDNA
Do poeta tinha a insônia
A intenção
O andar
Matéria prima boa
(Feita de gente...lá!)
A inspiração à toa
Ou herdada ou sei lá
Muito ainda o que ler,
O que tentar
Mas já na estrada
Há um bom tempo
(Quase sabia errar)
Fica o seguinte:
Se honrou tais talentos
Ou você leu ou lerá.
Amei a retribuição
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