sábado, 14 de julho de 2012

Um poeta esquecido


Uma alma perdida, indo de encontro a sua musa, inspiração.
Não sabia ter o dom, surgia e desaparecia, assim como a luz e a escuridão.

Procurava tapar as frestas de sua alma, sem saber que era por aquelas brechas que saiam suas obras.

Nada entendia, parecia perdido, sem direção, não via que aquilo tudo fazia parte do seu mundo, não era só imaginação.

Era um poeta que vivia com intensidade tudo aquilo que escrevia.

E a dor que o sucumbia, era como um sopro do que a vida lhe parecia, um mar de tormentas, onde poucos se equilibravam com harmonia.

E em uma tarde de ventania, se pode ouvir suas ultimas lágrimas de agonia.

Sobre o papel molhado ele escrevia:

E assim jaz um poeta que ninguém conhecia.

By Melody Moon

2 comentários:

  1. Gostei Mutcho Jéssica! Retribuo na mesma linha:
    DNA

    Do poeta tinha a insônia
    A intenção
    O andar
    Matéria prima boa
    (Feita de gente...lá!)
    A inspiração à toa
    Ou herdada ou sei lá
    Muito ainda o que ler,
    O que tentar
    Mas já na estrada
    Há um bom tempo
    (Quase sabia errar)
    Fica o seguinte:
    Se honrou tais talentos
    Ou você leu ou lerá.

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