Ouvindo o barulho da noite e sentindo o vento trazer sensações fresquinhas, me aconcheguei num cantinho do mundo ao qual me senti parte.
Por um momento escapei da síndrome da pecinha que não se encaixa.
É bom? Sim. Mas é intrigante. Hora uma, outrora outra. Agora isso, outrora aquilo. Essas mutações faiscantes enlouquecem. Entretanto há ta...
Se ter essa sindrome me fazer ser eu mesmo, nao a deixarei mudar por nada ou ninguem, acredito que independente das mudanças ao redor, precisamos fazer parte de nos mesmo antes de tentar se encaixar nesse mundao.
ResponderExcluirRealmente.. o importante é sermos nós mesmos sem se importar com o trivial...
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