Carrego um multiverso aqui dentro, e as vezes é muito difícil segura-lo.
Ele transborda, transcende.
Faz meu peito dilatar, abrir, rasgar...
Toma conta do meu ser.
Meu nume, meu eu exorbitante.
É bom? Sim. Mas é intrigante. Hora uma, outrora outra. Agora isso, outrora aquilo. Essas mutações faiscantes enlouquecem. Entretanto há ta...
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