Chegar aqui, é gritar no abismo e poder ouvir meu eco de volta.
De olhos fechados, caminho até minha imensidão e atiro pedrinhas no lago, sinto as aspirais se formando e logo depois se acalmando.
Mergulho em mim mesma, e digo sem dizer. Brinco de pular corda, entrelinhas.
Falo com o vento e me deixo levar para onde gostaria de estar, mesmo sem saber onde é de fato esse lugar.
Viajo sem sair de onde estou, apenas, eu soul.
Nenhum comentário:
Postar um comentário