Hoje resolvi foliar meu diário e me dei conta do quanto sou louca, e o quanto isso me faz bem, sinceramente não sei o que seria de mim sem essas loucuras.
Eu não tinha me dado conta de quantas vezes eu desci no ponto errado, e não me lembrava do quanto é engraçado pegar ônibus em horários de pico.
Uma vez desci dois pontos antes do que eu costumo descer indo para casa, e isso não foi o pior, o caminho era totalmente escuro, e cheio de placas, acredito que tendo isso como base já da para imaginar o que aconteceu não é? Foram incontáveis cacetadas, eu ria sozinha era um susto atrás do outro, quando via, ou melhor, sentia, já estava atropelando uma delas.
Este dia foi memorável, pois no caminho eu encontrei um rato, que para variar veio para cima de mim, uma escada gigantesca para descer do viaduto que tive que atravessar e que quase cai inúmeras vezes por conta da escuridão, (cheguei a me pendurar no corrimão para não cair), e ainda escorreguei na lama, ainda bem que consegui me equilibrar e não acabei no chão, mas meu tênis ficou uma beleza, ou melhor “lameza”.
E o dia em que peguei uma lotação em que o cobrador cantor, só falava gritando além de ser desafinado... Imagine um sem noção cantando Rihana, ele gritava e cantava intercalando, com uma linguagem própria, porque se aquilo era inglês a Rihana tem sérios problemas de pronunciação. O pior era que ele estava ao meu lado, eu já não sabia se ria ou chorava.
Mas tem umas loucuras mais sutis, como a vez em que dormi olhando as estrelas junto com minha melhor amiga e a mãe dela, acredita que ela topou? Pois é nem eu. Mas o céu estava lindo aquela noite, então acampamos no jardim, mas o “acampar” era sem barraca, apenas muitos colchões, almofadas cobertores, pipoca suco de cocuva, uma mistura entre suco de côco e de uva, uma maravilha que inventamos. Foi muito divertido, até contamos piadas, mas rimos muito mais contando nosso dia a dia, uma loucura atrás da outra.
Ri muito lendo meu diário mais recente, diferente do antigo que guarda lágrimas, este me rende muitos risos, e o título de LOUCA.
Eu não tinha me dado conta de quantas vezes eu desci no ponto errado, e não me lembrava do quanto é engraçado pegar ônibus em horários de pico.
Uma vez desci dois pontos antes do que eu costumo descer indo para casa, e isso não foi o pior, o caminho era totalmente escuro, e cheio de placas, acredito que tendo isso como base já da para imaginar o que aconteceu não é? Foram incontáveis cacetadas, eu ria sozinha era um susto atrás do outro, quando via, ou melhor, sentia, já estava atropelando uma delas.
Este dia foi memorável, pois no caminho eu encontrei um rato, que para variar veio para cima de mim, uma escada gigantesca para descer do viaduto que tive que atravessar e que quase cai inúmeras vezes por conta da escuridão, (cheguei a me pendurar no corrimão para não cair), e ainda escorreguei na lama, ainda bem que consegui me equilibrar e não acabei no chão, mas meu tênis ficou uma beleza, ou melhor “lameza”.
E o dia em que peguei uma lotação em que o cobrador cantor, só falava gritando além de ser desafinado... Imagine um sem noção cantando Rihana, ele gritava e cantava intercalando, com uma linguagem própria, porque se aquilo era inglês a Rihana tem sérios problemas de pronunciação. O pior era que ele estava ao meu lado, eu já não sabia se ria ou chorava.
Mas tem umas loucuras mais sutis, como a vez em que dormi olhando as estrelas junto com minha melhor amiga e a mãe dela, acredita que ela topou? Pois é nem eu. Mas o céu estava lindo aquela noite, então acampamos no jardim, mas o “acampar” era sem barraca, apenas muitos colchões, almofadas cobertores, pipoca suco de cocuva, uma mistura entre suco de côco e de uva, uma maravilha que inventamos. Foi muito divertido, até contamos piadas, mas rimos muito mais contando nosso dia a dia, uma loucura atrás da outra.
Ri muito lendo meu diário mais recente, diferente do antigo que guarda lágrimas, este me rende muitos risos, e o título de LOUCA.

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